Curso de Graffiti Cidade do HipHop em Uberaba

6:41 PM by @JoseAdolfo

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Meia Maratona de Basquetebol UFTM Uberaba

12:26 PM by @JoseAdolfo


Via: Grupo do Facebook Basquete Uberaba

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NBB no Sportv 10/11

9:46 PM by @JoseAdolfo



Vi o vídeo no canal e fui direto no Youtube para compartilhar esse excelente vídeo divulgando o Campeonato Nacional da atual temporada.

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Coluna Jornal do Triângulo ED#22

5:44 PM by Jornal do Triângulo

Recomeço. Com o fim dos campeonatos mundiais, os jogadores retornaram aos seus clubes e já pensam nos campeonatos locais. NBA, NBB e os campeonatos europeus começam entre o fim de outubro e começo de novembro.

Pré-Temporada. Na NBA, já que a temporada regular só começa no dia 26 de outubro, o que rola é a pré-temporada. Dos brasileiros, somente Nenê e Leandrinho Barbosa estão jogando.

Lesões e Luto. Tiago Splitter se contundiu nos primeiros treinos no San Antonio Spurs e Anderson Varejão foi liberado pelo Cleveland Cavaliers para retornar ao Brasil por causa do falecimento de seu avô.

NBB. O campeonato nacional só começa no dia 29, mas já está tudo pronto para a bola subir para a terceira edição do NBB. Nessa temporada serão 15 equipes disputando o título. Unitri/Universo/Uberlândia, Winner/Limeira e Vitória Basquete/SECRE são as novidades deste ano.

Estaduais. Enquanto o NBB não começa, vários times se preparam disputando os campeonatos estaduais. No Mineiro, Interforce/Minas e Unitri/Universo/Uberlândia dividem a liderança da competição. Já no paulista, Pinheiros, Franca, São José, Bauru, Araraquara e Limeira já garantiram a classificação para as quartas-de-final.

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Coluna Jornal do Triângulo ED#21

5:41 PM by Jornal do Triângulo

Hegemonia. O Mundial acabou e os EUA reconquistaram a hegemonia no basquete. São novamente campeões olímpicos e mundiais, tanto no feminino, quanto no masculino. No domingo, 3, a seleção norte-americana feminina venceu a República Tcheca por 89 a 69 e sagrou-se campeã mundial.
Decepção. Não tem outra palavra para resumir a participação brasileira no mundial. Terminamos na nona colocação, uma posição pífia para uma seleção que era a quarta no ranking mundial. A única jogadora que se salvou, foi a jovem pivô Damiris, de 17 anos, que mostrou personalidade e em alguns momentos assumiu a responsabilidade por uma seleção com média de quase 30 anos.
Fatores Negativos. Acompanho o basquete há algum tempo e posso afirmar sem dúvidas. Essa foi a pior seleção que eu vi jogar. Tínhamos várias jogadoras excelentes, é verdade, mas o espírito e a garra que elas apresentaram em quadra, foram iguais aos de mortos-vivos. Pareciam “um bando” em quadra, e não uma equipe nacional.
Iziane, Hortência e Colinas. Nunca fui a favor da volta de Iziane para a seleção brasileira. Quem se recusa a entrar em quadra por um time ou seleção, não merece estar neles. E após o mundial, o Brasil pagou um preço caríssimo por Hortência ter demitido Paulo Bassul para voltar a convocar a atleta do Atlanta Dream. Contratou Carlos Colinas, um espanhol com vários títulos na carreira, mas todos nas categorias de base. Fica a pergunta: O Mundial era adulto ou sub 15, 17, 19?
Futuro Negro. A colocação brasileira no Mundial é sim relevante, mas o futuro é muito mais importante. Temo pela falta de renovação no basquete feminino. Já que tínhamos um treinador campeão nas categorias de base, por que não começamos essa renovação?

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Coluna Jornal do Triângulo ED#20

1:11 PM by Jornal do Triângulo

Primeira Fase. O Brasil estreou perdendo contra a seleção da Coréia do Sul. Apesar de ter tido duas posses de bolas para matar o jogo, 61 a 60 para as coreanas. Contra Mali, um jogo mais complicado do que deveria ser, mas, saímos com a vitória, 80 a 73. Diante da Espanha, mostramos toda a fragilidade e desconcentração de um time que não demonstra ser uma equipe de verdade, apenas um bando em quadra. Perdemos feio e poderia ter sido de mais, 69 a 57.
Segunda Fase. Abrimos a segunda fase contra a fortíssima Rússia e nos demos muito mal. Conseguimos segurá-las apenas nos primeiros sete minutos de jogo. Após isso foi um passeio russo, 76 a 53.
Japão e República Tcheca. Nessa segunda fase, ainda enfrentaremos as velozes japonesas e as empolgadas tchecas, que jogam em casa. Pelo que o Brasil demonstrou em quadra até agora, infelizmente temos que torcer para não perder de muito.
Falta de Coletividade. A impressão que a seleção passa em quadra é de que cada uma está jogando sozinha, e o pior de tudo, sem demonstrar nenhum amor a camisa. Tirando duas ou três exceções, as jogadoras parecem estar jogando apenas por jogar.
Falta de comando. Nada me tira da cabeça que as jogadoras sentiram e muito a demissão do antigo técnico, Paulo Bassul. Uma jogada ridícula da diretora das seleções femininas, Hortência Marcari, que praticamente forçou a convocação da ala Iziane, após a mesma ter recusado a entrar em quadra.

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Coluna Jornal do Triângulo ED#19

1:02 PM by Jornal do Triângulo

Primeira Fase. O Brasil estreou perdendo contra a seleção da Coréia do Sul. Apesar de ter tido duas posses de bolas para matar o jogo, 61 a 60 para as coreanas. Contra Mali, um jogo mais complicado do que deveria ser, mas, saímos com a vitória, 80 a 73. Diante da Espanha, mostramos toda a fragilidade e desconcentração de um time que não demonstra ser uma equipe de verdade, apenas um bando em quadra. Perdemos feio e poderia ter sido de mais, 69 a 57.
Segunda Fase. Abrimos a segunda fase contra a fortíssima Rússia e nos demos muito mal. Conseguimos segurá-las apenas nos primeiros sete minutos de jogo. Após isso foi um passeio russo, 76 a 53.
Japão e República Tcheca. Nessa segunda fase, ainda enfrentaremos as velozes japonesas e as empolgadas tchecas, que jogam em casa. Pelo que o Brasil demonstrou em quadra até agora, infelizmente temos que torcer para não perder de muito.
Falta de Coletividade. A impressão que a seleção passa em quadra é de que cada uma está jogando sozinha, e o pior de tudo, sem demonstrar nenhum amor a camisa. Tirando duas ou três exceções, as jogadoras parecem estar jogando apenas por jogar.
Falta de comando. Nada me tira da cabeça que as jogadoras sentiram e muito a demissão do antigo técnico, Paulo Bassul. Uma jogada ridícula da diretora das seleções femininas, Hortência Marcari, que praticamente forçou a convocação da ala Iziane, após a mesma ter recusado a entrar em quadra.

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