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28.2.14

Video do Campeonato de Enterradas da NBA 2014

Assista cada enterrada do Campeonato de Enterradas que aconteceu no sábado véspera do jogo das Estrelas da NBA.

19.2.14

Já pensou imprimir uma bola em casa?

Com certeza algumas pessoas já pensaram. E pensando nessa possibilidade, as novas impressoras 3D já tem essa possibilidade. O modelo Cube X imprime uma bola de basquete de 30 cm nas cores que desejar. Só o preço da impressora que ainda não cabe na nossa cesta aproximadamente R$15 mil.

É o dono do time? Então, compre aqui: 3D Graf!

17.2.14

Kyrie Irving é eleito o MVP do Jogo das Estrelas da NBA

Erving, já ouviu esse nome? Quem é das antigas pode lembrar do Julius Erving, o lendário "Doctor J" da NBA. Esse já aposentou há algumas décadas, agora existe um novo Erving na liga americana tirando o sono dos adversários. Kyrie Erving é um jovem amador do time Cleveland Cavaliers, e joga junto com pivô brasileiro Anderson Varejão.

Confira as 10 melhores jogadas: MVP All-Star Game 2014
Nesse ano o atleta foi nada menos que o MVP do jogo das estrelas da NBA. Kyrie Irving segue à risca os passos de LeBron que conquistou esse titulo no inicio de carreira antes de ser o MVP também do campeonato.
O jogador foi novamente do time do astro Lebron James e conquistaram a partida única anual entre os melhores do mundo.

A pouco tempo postei aqui no blog sobre ele que interpreta o personagem "Uncle Drew".

11.2.14

Blake Griffin bate em Justin Bieber na Starbucks


Justin Bieber simplesmente não pode parecer manter-se himself fora do problema. As polícias foram despachadas esta manhã a responder a um discussão em Starbucks em Hollywood ocidental que envolve algumas caras familiares. Um barista na casa de café foi confrontado aparentemente por Bieber quando recusou servir à celebridade porque não vestia uma camisa. “Entrou com nenhuma camisa e suas calças que penduram para baixo e exibição da cueca e tentou pedir um machiatto da maçã com caramelo. ”, disse o Goldsmith de Joey, o barista de Starbucks, “eu disse-lhe apenas que teria que pôr uma camisa se quisesse ser atendido.” Isso é quando Bieber agarrou. De acordo com as polícias relate Bieber cussing começado no barista e ameaçando ter seu guarda costas, “retroceda seu burro”. Felizmente para o Goldsmith, o Blake Griffin, a estrela do time LA Clippers estava apreciando uma bebida em uma mesa quando testemunhou o discussão e interferido. As testemunhas na cena relataram que o Griffin tentou acalmar Bieber mas não reconheceu ele. Gritou mais, e o empurrou quando Griffin agarrou Bieber, batendo o ao assoalho. “Ele bateu a merda fora dele” disse uma testemunha, “então eu vi Justin tropeço fora da porta parecendo que ele estava chorando.” Bieber foi embora antes que as polícias chegaram na cena. Fonte: Empire Sports
Tradução livre.

30.1.14

Treino de 1 hora do Lebron James da NBA


Quem melhorar seu jogo de basquete? Treino de uma hora do astro Lebron James. Experimente!

26.1.14

Homem aranha humilha em basquete de rua

O jogador de streetball The Professor, ex time And1, se fantasiou do super heroi Homem Aranha e destruiu um jogador no mano a mano em praça pública nos Estados Unidos. Confira o vídeo:

25.1.14

Carmelo Anthony marca 62 pontos e grava recorde em 2014


O jogador de basquete da NBA, Carmelo Anthony fez 62 pontos no dia 24 de janeiro de 2014. Foi a melhor marca da temporada até o momento e recorde de pontuação no ginásio Garden. Essa pontuação é a melhor marca pessoal do atleta! A partida terminou com a vitória do time dele. O Knicks venceu o Bob Cats por 125 a 96.

15.1.14

Nenê rejeita Lebron James com toco na NBA

O pivô brasileiro Nenê deu um toco no melhor jogador da NBA Lebron James. O jogo foi no dia 15 de janeiro de 2014.

24.4.13

Abril pro Hip-Hop 2013 em Uberaba MG

Veja a reportagem da TV Integração. O evento contou com os 4 elementos do Hip-Hop (DJ, Break, Mcs e grafite) além de capoeira e um campeonato de basquete de rua.

12.7.12

Basquete também é ciência

Campanha de divulgação da XXVI edição do Prêmio Jovem Cientista

11.7.12

Magic Paula estrela comercial de Incentivo ao esporte

Video da Petrobras de incentivo ao novos atletas.

29.11.11

Curso de Graffiti Cidade do HipHop em Uberaba

10.10.11

13.11.10

NBB no Sportv 10/11



Vi o vídeo no canal e fui direto no Youtube para compartilhar esse excelente vídeo divulgando o Campeonato Nacional da atual temporada.

22.10.10

Coluna Jornal do Triângulo ED#22

Recomeço. Com o fim dos campeonatos mundiais, os jogadores retornaram aos seus clubes e já pensam nos campeonatos locais. NBA, NBB e os campeonatos europeus começam entre o fim de outubro e começo de novembro.

Pré-Temporada. Na NBA, já que a temporada regular só começa no dia 26 de outubro, o que rola é a pré-temporada. Dos brasileiros, somente Nenê e Leandrinho Barbosa estão jogando.

Lesões e Luto. Tiago Splitter se contundiu nos primeiros treinos no San Antonio Spurs e Anderson Varejão foi liberado pelo Cleveland Cavaliers para retornar ao Brasil por causa do falecimento de seu avô.

NBB. O campeonato nacional só começa no dia 29, mas já está tudo pronto para a bola subir para a terceira edição do NBB. Nessa temporada serão 15 equipes disputando o título. Unitri/Universo/Uberlândia, Winner/Limeira e Vitória Basquete/SECRE são as novidades deste ano.

Estaduais. Enquanto o NBB não começa, vários times se preparam disputando os campeonatos estaduais. No Mineiro, Interforce/Minas e Unitri/Universo/Uberlândia dividem a liderança da competição. Já no paulista, Pinheiros, Franca, São José, Bauru, Araraquara e Limeira já garantiram a classificação para as quartas-de-final.

11.10.10

Coluna Jornal do Triângulo ED#21

Hegemonia. O Mundial acabou e os EUA reconquistaram a hegemonia no basquete. São novamente campeões olímpicos e mundiais, tanto no feminino, quanto no masculino. No domingo, 3, a seleção norte-americana feminina venceu a República Tcheca por 89 a 69 e sagrou-se campeã mundial.
Decepção. Não tem outra palavra para resumir a participação brasileira no mundial. Terminamos na nona colocação, uma posição pífia para uma seleção que era a quarta no ranking mundial. A única jogadora que se salvou, foi a jovem pivô Damiris, de 17 anos, que mostrou personalidade e em alguns momentos assumiu a responsabilidade por uma seleção com média de quase 30 anos.
Fatores Negativos. Acompanho o basquete há algum tempo e posso afirmar sem dúvidas. Essa foi a pior seleção que eu vi jogar. Tínhamos várias jogadoras excelentes, é verdade, mas o espírito e a garra que elas apresentaram em quadra, foram iguais aos de mortos-vivos. Pareciam “um bando” em quadra, e não uma equipe nacional.
Iziane, Hortência e Colinas. Nunca fui a favor da volta de Iziane para a seleção brasileira. Quem se recusa a entrar em quadra por um time ou seleção, não merece estar neles. E após o mundial, o Brasil pagou um preço caríssimo por Hortência ter demitido Paulo Bassul para voltar a convocar a atleta do Atlanta Dream. Contratou Carlos Colinas, um espanhol com vários títulos na carreira, mas todos nas categorias de base. Fica a pergunta: O Mundial era adulto ou sub 15, 17, 19?
Futuro Negro. A colocação brasileira no Mundial é sim relevante, mas o futuro é muito mais importante. Temo pela falta de renovação no basquete feminino. Já que tínhamos um treinador campeão nas categorias de base, por que não começamos essa renovação?

30.9.10

Coluna Jornal do Triângulo ED#20

Primeira Fase. O Brasil estreou perdendo contra a seleção da Coréia do Sul. Apesar de ter tido duas posses de bolas para matar o jogo, 61 a 60 para as coreanas. Contra Mali, um jogo mais complicado do que deveria ser, mas, saímos com a vitória, 80 a 73. Diante da Espanha, mostramos toda a fragilidade e desconcentração de um time que não demonstra ser uma equipe de verdade, apenas um bando em quadra. Perdemos feio e poderia ter sido de mais, 69 a 57.
Segunda Fase. Abrimos a segunda fase contra a fortíssima Rússia e nos demos muito mal. Conseguimos segurá-las apenas nos primeiros sete minutos de jogo. Após isso foi um passeio russo, 76 a 53.
Japão e República Tcheca. Nessa segunda fase, ainda enfrentaremos as velozes japonesas e as empolgadas tchecas, que jogam em casa. Pelo que o Brasil demonstrou em quadra até agora, infelizmente temos que torcer para não perder de muito.
Falta de Coletividade. A impressão que a seleção passa em quadra é de que cada uma está jogando sozinha, e o pior de tudo, sem demonstrar nenhum amor a camisa. Tirando duas ou três exceções, as jogadoras parecem estar jogando apenas por jogar.
Falta de comando. Nada me tira da cabeça que as jogadoras sentiram e muito a demissão do antigo técnico, Paulo Bassul. Uma jogada ridícula da diretora das seleções femininas, Hortência Marcari, que praticamente forçou a convocação da ala Iziane, após a mesma ter recusado a entrar em quadra.

22.9.10

Coluna Jornal do Triângulo ED#19

Primeira Fase. O Brasil estreou perdendo contra a seleção da Coréia do Sul. Apesar de ter tido duas posses de bolas para matar o jogo, 61 a 60 para as coreanas. Contra Mali, um jogo mais complicado do que deveria ser, mas, saímos com a vitória, 80 a 73. Diante da Espanha, mostramos toda a fragilidade e desconcentração de um time que não demonstra ser uma equipe de verdade, apenas um bando em quadra. Perdemos feio e poderia ter sido de mais, 69 a 57.
Segunda Fase. Abrimos a segunda fase contra a fortíssima Rússia e nos demos muito mal. Conseguimos segurá-las apenas nos primeiros sete minutos de jogo. Após isso foi um passeio russo, 76 a 53.
Japão e República Tcheca. Nessa segunda fase, ainda enfrentaremos as velozes japonesas e as empolgadas tchecas, que jogam em casa. Pelo que o Brasil demonstrou em quadra até agora, infelizmente temos que torcer para não perder de muito.
Falta de Coletividade. A impressão que a seleção passa em quadra é de que cada uma está jogando sozinha, e o pior de tudo, sem demonstrar nenhum amor a camisa. Tirando duas ou três exceções, as jogadoras parecem estar jogando apenas por jogar.
Falta de comando. Nada me tira da cabeça que as jogadoras sentiram e muito a demissão do antigo técnico, Paulo Bassul. Uma jogada ridícula da diretora das seleções femininas, Hortência Marcari, que praticamente forçou a convocação da ala Iziane, após a mesma ter recusado a entrar em quadra.

13.9.10

Coluna Jornal do Triângulo ED#18

O sonho acabou. Acredito que essa será a coluna mais difícil de escrever, não só pela derrota, mas por todo envolvimento e esperança que a seleção brasileira de basquete trouxe ao coração dos torcedores.

Gosto Amargo. No dia da Independência do Brasil (7 de setembro), a seleção entrou em quadra para um jogo de “classificação ou morte”. Do outro lado, nossos vizinhos argentinos disputariam conosco a última vaga nas quartas de final do mundial. Infelizmente, mais uma vez, deu Argentina. 93 a 89

Rivalidade. Tanto o Brasil, quanto a Argentina entraram em quadra como se o jogo valesse o título da competição. Foi uma partida dura, empolgante e cheia de emoção. Digna da rivalidade existente entre brasileiros e argentinos.

Detalhes. Não posso ser hipócrita e dizer que o Brasil jogou mal ou que está tudo errado. Jogamos de igual para igual, estivemos a frente do placar várias vezes e não seria nenhum absurdo se tivéssemos saído com a vitória. Mais uma vez, perdemos nos detalhes.

Precipitação. Esse foi o detalhe para nossa derrota. Assim como no jogo contra os EUA, precipitamos ataques e marcações defensivas, justamente nos momentos mais importantes. Méritos para a Argentina que soube se aproveitar dos lapsos de nossos jogadores e conseguiu sair com a vitória.

Luís Scola. Rubén Magnano, treinador brasileiro, sabia que era impossível parar Scola. Por isso, trabalhou a defesa brasileira para diminuir a efetividade do argentino na partida. Não deu certo. Luís Scola tinha uma média de 29 pontos por partida no mundial. Contra o Brasil, o argentino anotou 37.

Precipitação defensiva. Várias vezes ao longo da partida, Scola arremessou livre, sem ao menos um jogador brasileiro fazer a chamada sombra. Se o argentino é o cestinha do mundial, joga na NBA e está acostumado a ter um alto aproveitamento de acerto com marcação dupla, alguém achou que ele iria errar arremessando livre?

Precipitação ofensiva. Assim como aconteceu no jogo contra os EUA, em alguns momentos da partida o Brasil escolheu o ataque errado. Arremessos de longa distância, sendo que ainda tínhamos 20 segundos de posse de bola, arremessos forçados com um ou dois companheiros livres, infiltrações desnecessárias com os cinco jogadores argentinos plantados dentro do garrafão. Se cada uma dessas situações tivesse sido evitada uma vez no jogo, seriam sete desperdícios a menos e alguns pontos a mais. Sairíamos com a vitória.

Futuro. Apesar da derrota e da desclassificação, como escrevi no início da coluna, não adianta achar que tudo está errado. Estamos no caminho certo para a renovação do basquete brasileiro, mas é um caminho longo, árduo e estamos apenas no início certo. Agora é torcermos pelos jogadores brasileiros no NBB, NBA e nos campeonatos europeus. Ano que vem tem o pré-olímpico das Américas valendo a tão sonhada vaga nas Olimpíadas. Esse será o verdadeiro teste para Rubén Magnano e seus comandados.

Quartas de finais. Apesar da desclassificação brasileira, o mundial continuou. No dia 8, jogaram Sérvia x Espanha, com placar final de 92 a 89 para a Sérvia, e Turquia x Eslovênia, que terminou em 95 a 68 para a Turquia. Dia 9, foi a vez de Estados Unidos x Rússia, com resultado favorável para os Estados Unidos (89 a 79) e Lituânia x Argentina, que terminou em 104 a 85, eliminando o time argentino.

2.9.10

Coluna Jornal do Triângulo ED#17

Estreia. No sábado, 28, o Brasil estreou com vitória sobre o Irã, 81 a 65. Porém, apesar da diferença de pontos, a seleção alternou bons e maus momentos na partida. O treinador do Brasil, Rubén Magnano perdeu a paciência várias vezes com arremessos precipitados e desatenção na defesa dos jogadores brasileiros.

Hamed Haddadi. O gigante iraniano, de 2,18m, deu muito trabalho para os pivôs brasileiros Tiago Splitter, Murilo Becker e Jp Batista. O grandalhão literalmente chamou a responsabilidade. Marcou 16 pontos, nove rebotes e cinco bloqueios. Até bola de três ele acertou.

Tunísia. No domingo, 29, o Brasil voltou à quadra para enfrentar a seleção da Tunísia. Passado o nervosismo da estreia e jogando contra uma seleção mais fraca, o time brasileiro tinha tudo para vencer por uma grande diferença de pontos.

Não foi bem assim. Mais uma vez o Brasil passou por altos e baixos ao longo do jogo. Vitória por 80 a 65, mas a diferença durante a partida chegou próxima da casa dos trinta pontos. Faltou concentração para manter o ritmo.

Cesta average. Vale lembrar que além da vitória, a diferença entre pontos marcados e sofridos, o cesta average é o primeiro critério de desempate. Ou seja, quanto mais pontos de diferença, melhor, porque assim temos mais chances de pegar uma seleção mais fraca na segunda fase.

EUA. O terceiro jogo do Brasil foi contra os norte-americanos, na segunda-feira, 30. Nos seus dois primeiros jogos, os Estados Unidos jogaram contra Croácia e Eslovênia. Simplesmente arrasaram as duas seleções. No sábado, contra a Croácia, 106 a 78 e, no domingo, diante da Eslovênia, 99 a 77. Ou seja, todos esperavam uma vitória arrasadora dos EUA sobre o Brasil.

Superação. Essa é a palavra que representa o jogo entre Brasil e Estados Unidos. A seleção jogou como nunca e perdeu... como nunca, como disse o jornalista Vitor Sérgio Rodrigues. É verdade que perdemos o jogo por 70 a 68, mas, lideramos a partida até o terceiro quarto, mantivemos o jogo empatado até o último minuto e ainda tivemos duas chances nos 10 segundos finais de sair com a vitória.

Palmas. A partida que o Brasil fez contra os EUA foi digna do passado glorioso da seleção. Jogamos como gente grande, de igual pra igual. Pela primeira vez no mundial, os norte americanos perderam um quarto, foram para o intervalo em desvantagem e venceram o jogo na última bola. Até ajoelhar, os reservas ajoelharam quando acabou o jogo. Isso mostrou o quanto a partida foi disputada e o quanto surpreendemos.

Huertas, Leandrinho, Marquinhos, Alex, Tiago Spliter, Marcelinho, Guilherme e Murilo. São os jogadores que trouxeram de volta a esperança brasileira na seleção de basquete. Jogando contra os astros da NBA, eles não se abateram, defenderam com garra, força e paciência. No ataque, souberam trabalhar a bola e fizeram jogadas dignas de um time que já foi bi-campeão mundial (59 e 63).

Precipitação. Apesar da boa partida, em alguns momentos, principalmente no último quarto, ficou evidente que o Brasil ainda se precipita em algumas jogadas. Arremessos de longa distância desnecessários e forçados, correria e passes errados, quase acabaram com o jogo para nós. Se tivessem sido evitados, poderíamos ter saído com a vitória.