Hegemonia. O Mundial acabou e os EUA reconquistaram a hegemonia no basquete. São novamente campeões olímpicos e mundiais, tanto no feminino, quanto no masculino. No domingo, 3, a seleção norte-americana feminina venceu a República Tcheca por 89 a 69 e sagrou-se campeã mundial.
Decepção. Não tem outra palavra para resumir a participação brasileira no mundial. Terminamos na nona colocação, uma posição pífia para uma seleção que era a quarta no ranking mundial. A única jogadora que se salvou, foi a jovem pivô Damiris, de 17 anos, que mostrou personalidade e em alguns momentos assumiu a responsabilidade por uma seleção com média de quase 30 anos.
Fatores Negativos. Acompanho o basquete há algum tempo e posso afirmar sem dúvidas. Essa foi a pior seleção que eu vi jogar. Tínhamos várias jogadoras excelentes, é verdade, mas o espírito e a garra que elas apresentaram em quadra, foram iguais aos de mortos-vivos. Pareciam “um bando” em quadra, e não uma equipe nacional.
Iziane, Hortência e Colinas. Nunca fui a favor da volta de Iziane para a seleção brasileira. Quem se recusa a entrar em quadra por um time ou seleção, não merece estar neles. E após o mundial, o Brasil pagou um preço caríssimo por Hortência ter demitido Paulo Bassul para voltar a convocar a atleta do Atlanta Dream. Contratou Carlos Colinas, um espanhol com vários títulos na carreira, mas todos nas categorias de base. Fica a pergunta: O Mundial era adulto ou sub 15, 17, 19?
Futuro Negro. A colocação brasileira no Mundial é sim relevante, mas o futuro é muito mais importante. Temo pela falta de renovação no basquete feminino. Já que tínhamos um treinador campeão nas categorias de base, por que não começamos essa renovação?
The importance of the .ai extension
Há 2 semanas
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